
Outro dia levei meu filho de 3 anos a uma consulta com uma Odontopediatra. E foi conversando com ela que percebi o paradoxo da pastas de dentes infantis – da maioria e das mais populares do mercado: O SABOR DE GULOSEIMA
A pasta com flúor não deve ser engolida pelas crianças, pricipalmente as menores de 6 anos.
A ingestão excessiva de flúor (acima de 0,07 mg/kg de peso da pessoa, diariamente) pode ocasionar a fluorose dental.
Só que crianças pequenas, até uns 6 anos, demoram a aprender a cuspir e por um bom tempo vão ingerir essa pasta. Sendo assim, porque há tantas pastas com sabores de doces e comida? A pasta fica tão apetitosa que a criança acaba comendo como se fosse um doce. Acho uma grande falta de consciência dos fabricantes.
A fluorose dental é uma doença que afeta somente crianças e que faz aparecer pequenos pontos brancos nas pontas dos dentes recém-formados, tornando-os porosos, podendo levar até a perda do dente. Pode afetar a dentição com manchas brancas, amareladas ou marrons e são definitivas!
A fluorose ocorre pela ingestão exagerada de flúor. Mas o flúor é maléfico? Ao contrário, o flúor é indicado e é um ótimo preventor de cáries, porém para ser benéfico, ele deve ser ingerido em dosagens corretas.
Bom, a orientação é de que se pasta dental dental de adulto tem aquele gostinho refrescante, podemos estimular a criançada a gostar de escovar os dentes pelos motivos certos, sem disfarces controversos de sabores de doces. Doce é doce, pasta é pasta.
Conheço poucas opções de pasta sem flúor: Malvatrikids Baby, Gel Dental Weleda, Gel Dental Bitufo, Gel Dental OralGift



Já pensou em fazer uma “assinatura” de alimentos orgânicos? A idéia já está funcionando muito bem em São Paulo. A comunidade Morada da Floresta oferece várias opções para quem quer aderir ao movimento de consumo consciente, que incentiva a produção ecológica e solidária.
Ainda não entendo como foi que entramos nessa onda de comprar garrafão de água. As distribuidoras pipocaram pela cidade, meninos com suas bikes invadiram as ruas levando enormes e pesados galões pra todo lado. E me pergunto: o que aconteceu com o bom e velho filtro de barro? Aquele que a gente tinha em casa, lembra? Funcionava perfeitamente! A água estava sempre fresquinha e ninguém pagava mais por isso. Hoje temos filtros elétricos, filtros cheios de peças e cabos que exigem manutenção cara, outros ainda funcionam como uma assinatura de jornal: você tem que pagar uma mensalidade!